ronaldo brasileiro

Quem Sou

Sou um brasileiro pouco comum. Sou patriota e luto por minha pátria. Um país de primeiro mundo e organizado não serve para ser minha pátria. Minha pátria é pobre. Sempre foi pobre e desgovernada. Estruturou-se parecendo rica, sem usar o trabalho para sair da pobreza e se danou.

Mas, essa é minha pátria, sempre vou trabalhar e lutar por ela e pretendo convencer os pseudopatriotas a se tornarem realmente patriotas, para me acompanharem nesta luta para salvá-la.

Desde 2008, documento sobre as consequências funestas da desestabilização do clima que irá desestabilizar a economia brasileira. Em 2013, fiz campanha para que o voto fosse facultativo, pois a população paupérrima, que representa mais de 60% dos cidadãos brasileiros, não têm condições de votar por desinformação. Não sabem nada sobre administração, gestão e planejamento.

Como é que vão votar? Baseado no que?

Em 2014, vendo tudo ir por água abaixo, os desinformados forçados a votar dizendo que era cívico votar, me esforcei numa campanha intitulada Fuja da Urna, quando expliquei e propaguei que bandidos não servem para governar e muito menos para harmonizar uma sociedade.

Vendo tudo isso indo por água abaixo, sem ter fartura de água no país, percebi que a única esperança estaria em dar um choque na política e em tudo que estava destruindo o Brasil e passei a lutar por uma Intervenção Constitucional Militar.

Não porque acreditei que os militares pudessem fazer milagre, mas porque não quero perder a esperança de meu país melhorar, e para tanto, precisa dar um basta no bandidismo e na contracultura da lei da vantagem, para reiniciar um novo e, quem sabe, promissor período de patriotismo e cultura rígida (sem ser opressiva) aos que querem harmonia na sociedade e continuar tendo liberdade para construir suas vidas, proteger suas famílias e trabalhar para o bem da sociedade, de sua família e engrandecer a sua pátria, pois sem ter pátria acolhedora e organizada pelas leis e obediência cega à Justiça, é impossível ter orgulho dela.

Futebol, carnaval e cervejinha da esquina precisam continuar, pois faz parte da alegria, mas desde que tenhamos Ordem e Progresso.

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